Coringa e o arquétipo do louco

Entender o Coringa e o arquétipo do louco não é tarefa fácil, mas a gente pode tentar. Vem comigo que você passa de ano.

 

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OPORTUNIDADE DE EMPREGO!

Que tal um plano de carreira pra lá de lucrativo e ainda ter a chance de fazer a diferença  no Universo, tipo, literalmente? Disponibilidade para viagens, reflexos apurados e  conhecimento em línguas são direferenciais.

Não é necessária nenhuma formação técnica, mas daremos preferência aos candidatos capazes de agir positivamente diante de situações extremas. 

Abaixo, uma lista de habilidade mentais que você PRECISA ter para entrar no processo seletivo. Boa sorte.

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30 Passos para Felicidade – parte 1 (Tiras das Antigas)

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A primeira coisa que fiz desde que entrei nessa onda de reavaliar meus passos, foi olhar para alguns trabalhos mais antigos. E eis que me dei conta do quanto gostava de rabiscar um papel em branco. Meus cadernos e apostilas escolares eram abarrotados de figuras e rabiscos. Nem parede eu perdoava. Tudo era possibilidade.

Certa vez, um senhor amigo da família, me vendo ali desenhar, perguntou:
– O que cabe aí dentro? – apontando para a folha.
– Um universo inteiro. – respondi sem muita certeza do que falava.
– Todo o seu universo cabe dentro de uma folha? Não é muito pequeno?

Na hora me senti mal. Afinal, ele podia ter certa razão. Mas com os anos percebi que tamanho é questão de ponto de vista e mandei às favas aquele ensinamento bem intencionado, mas um pouco intrometido.

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O lance é e sempre será a criação. A mesma paixão que move o cientista, move o artista. A gente estuda, treina, erra, faz e refaz um milhão de vezes para simplesmente criar mais e melhor, quer seja uma máquina poderosa, um livro, uma equação ou uma insignificante esfera no centro de um papelão. Se você é capaz de realizar, ou seja, imprimir em um objeto físico um pensamento ou ideia, então pronto. Cê já está sacando alguma coisa.
Então, acho que o primeiro passo para felicidade é se dar conta de que a vida tem muito, mas muito a ver com CRIAÇÃO (acho que falei disso aqui)! E você cria o tempo todo. Relações, mal estar, bem estar, situações… É impossível não criar.
Agora, este pensamento nos leva a uma pergunta incômoda:

O que temos criado para nós?

Ok. Filosofia de botequim à parte, tudo isso é para dizer que esta semana será dedicada às primeiras tirinhas que produzi. São coisas de 2007, 2008, quando ainda tateava entre os palcos e os chumaços de papel.

E por falar em palcos:

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Sobre Currículos, Apresentações e Vida Profissional

CVpraVCbPassei meses pensando em formas de atrair a atenção de profissionais da minha área. Queria revolucionar meu currículo, melhorar a maneira como as pessoas enxergam meu trabalho. Mas o principal objetivo era esclarecer de uma vez por todas perguntas como: O que você faz da vida? Com o que trabalha? Foi então que a ideia de fazer uma história em quadrinhos veio como uma bordoada na orelha. Afinal, óbvio, sou cartunista e produtor de conteúdo. Para que jogar uma lista fria de habilidades aleatórias na hora de uma apresentação? A empresa contrata meu senso estético, organizacional e criativo, então era isso que eu precisava mostrar.

E assim nasceu o Meu CVpraVC. Caso não saibam, trabalho com brand content, que é só um nome estiloso para produção e planejamento de conteúdo para marcas. É marketing, mas com uma pegada diferente.

O Meu CVpraVC foi visto por mais de mil e trezentas pessoas só neste mês de abril. Ainda não dá para dizer quantas boas orportunidades surgirão dessa iniciativa (porque, sim, é o que estou procurando também), mas fico feliz em saber que consegui agradar com a história. A receptividade foi animadora, principalmente por quem manja muito do assunto. Mas o que mais me ajudou até aqui foi que, durante a produção da história, precisei resumir em poucos quadros coisas extremamente importantes como:

1) O que eu quero da minha vida
2) Como enxergo minha vida profissional.
3) O que a empresa está comprando quando me contrata? 

E, sinceramente, acho que consegui chegar um denominador comum interessante.
E você? Como tem enxergado sua carreira?