OCI–Novo Site

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É com enorme prazer que vos apresento o novo site d´O Cidadão Incomum! Mais ágil, bonito e completamente adaptado aos novos produtos, incluindo a série animada que tanto falamos por aqui! 🙂 Entre, clique, deixe aqui seu feedback. Esse site foi feito pra você!

OCI, Bastidores

1979466_610552015704647_307164711_nAcabaram de sair as primeiras fotos dos bastidores da gravação da série animada do O Cidadão InComum. É muito difícil ainda sacar que daí vai sair uma série de ação. Mas vai…

OCI, A Série–Novo Cartaz

1798590_617339638359218_1280876434_nSaiu ontem na nossa página do facebook mais uma arte misteriosíssima (para vocês) da série animada d´O Cidadão InComum, ilustrada por MJ Macedo.

No livro, exploramos como Caliel, uma pessoa como eu e você, reage ao ganhar poderes incríveis. Na série, focamos em como esses poderes podem transformar ou destruir a vida de pessoas que ele talvez nem conheça.

Ou seja, é muito pano pra manga.

E, se tudo der certo, ainda nessa semana a gente estreia o novo site. Sério, estou doido para que vocês vejam. Tá de tirar o fôlego até de maratonista. Aguardai-vos! 

Novo Site

Um novo site para uma nova Era.

     Novo visual, novidades quentíssimas, opinião, comentários, quem sabe até uma forma de você conseguir os raros exemplares de colecionador. Enfim, tudo o que você precisa saber sobre o O Cidadão InComum. Logo, logo…

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OCI No Jovem Nerd

jovem_nerd_logo_nerdinhoE olha só que notícia boa. Acabamos de sair no Jovem Nerd, outro site que é referência nos assuntos geek. Se eu fosse você ficaria esperto, beeemm esperto n´O Cidadão InComum! Agora, depois de muito tempo, o Brasil pode contar com um super-herói de verdade! Veja a matéria aqui.

Esse Cara Sou Eu!

     Quem me conhece sabe da enorme paixão que tenho por super-heróis. Consigo passar horas discutindo o assunto. Sou aquele tipo que, quando anda na rua, fica se imaginando saltando de um prédio para outro. Consumo, na medida do possível, tudo o que o mercado dispõe do gênero. Tenho pelo menos uns trezentos gibis acumulando pó no armário do meu escritório, e jamais pensei em me desfazer deles. Claro que também aprecio outros gêneros narrativos. Leio livros, vejo documentários, peças de teatro, filmes cult (às vezes)…

     Houve um tempo que precisei sair dos gêneros triviais (lê-se gibis mensais), e partir para esferas mais “elevadas” da arte. Estudei teatro, fiz algumas leituras dramáticas, conheci autores como Peter Weiss, Anton Tchekhov, o próprio Shakespeare, e por aí vai. Descobri coisas maravilhosas com esses caras, só que eu também cedia à pressão do meio artístico (lê-se colegas atores e dramaturgos) de gostar alucinadamente desses autores, de reverenciar genialidades e argumentar como um bom burguês todas aquelas palavras e intenções dificílimas. A troca era impossível pra mim. Por culpa minha, admito. O desonesto era eu que desperdiçava meu tempo repassando atos e mais atos que nenhum sentido ou prazer me davam.

     Então, desencantado com as plumas do teatro, passei algum tempo no limbo. Sabia que teria que contribuir com a arte de alguma forma. Afinal, havia estudado para isso. Alguns amigos da época não aprovaram meu distanciamento. Houve crítica, julgamento (é, eles dão dessas), mas nada que um dedo médio não resolvesse. As críticas foram importantes para que surgisse em mim a urgência de saber o que fazer da minha vida.

     E então, numa noite de pura reflexão, olhei para os gibis e pensei: Vai ser por aí…

     Caí matando em cima dos super-heróis, só que desta vez imbuído de técnica, prática e alguma sabedoria do que fazer com eles. E assim nasceu Caliel, um super-herói genuinamente nosso, com todos os poderes e cargas dramáticas que um personagem como ele precisa. O grande diferencial aí é que eu não queria histórias triviais. Queria épicos. Por mais que se lê os quadrinhos do Batman, não dá para se sentir íntimo dele. É um formato engessado demais. Por isso, antes que Caliel se aventurasse nos gibis, ele teria que nascer na literatura.

     Quando surgiu a oportunidade de fazer a série animada de TV, Caliel ainda lutava para se firmar na nossa cultura. E, em uma das reuniões, o idealizador, roteirista e diretor da série, MJ Macedo, botou na mesa a incógnita: Quem raios fará Caliel, o super-herói? Eu havia sido escalado para viver Igor, o protagonista.

     Meu âmago se retorcia para dizer: Eu! Eu! Eu! Uma voz ecoava no ouvido: Vai lá! É a tua chance! Pega, pega! Mas a razão dizia: Não. Tu tá com trinta e três anos na fuça e já tem o protagonista na mão! Tome jeito e fica de boa aí. – Então, selecionei os atores que poderiam ser o nosso herói. Poucos foram chamados e todos se saíram muito bem. Era escolher e pronto. Mas aí, numa tarde dessas, minha mulher me pegou pela orelha e perguntou: Você está louco pra fazer o Caliel, Pedro. Por que não faz?

     Ah, seria petulância demais eu achar que poderia viver um super-herói. Mas, espera. Olha eu ali sendo desonesto de novo. Quer fosse petulância ou não, Caliel saiu de mim. Ninguém conhece sua personalidade instável como eu. Ninguém sabe como os poderes reverberam dentro do seu corpo como eu sei. Então, que mal havia? Felizmente, todos concordaram e, com as graças divinas, Igor ficou nas mãos do excelente ator Renato Scarpin (uma grata surpresa para nós). Quanto a mim, precisei malhar para ficar digno de Caliel. Claro. Mesmo que pouco, todo herói precisa de músculos. E o resultado você vê embaixo.

     Esse texto todo é só pra dizer que, se São Paulo precisa de um super-herói, esse cara sou eu.

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OCI Do Livro à Série Animada

1979466_610552015704647_307164711_nVocê tem um trabalho danado para publicar um livro. São anos e anos escrevendo, imaginando, reescrevendo, pesquisando, reescrevendo de novo. Erra-se muito antes de acertar. Mesmo assim, nunca vai saber se sua história é boa, se vão gostar. O máximo que se consegue é saber se ela funciona ou não.

O mercado editorial no Brasil é como qualquer mercado. É agressivo, difícil, sedutor. E tem exigido cada vez mais dos seus autores. Um escritor hoje em dia não pode mais se limitar a escrever. O cabra precisa saber se comunicar, pensar além, estudar seu público e, mais importante, saber a quem recorrer. Eu mesmo demorei para aprender isso. 

No final de 2012 publiquei o livro O Cidadão InComum, pela Editora Livre Expressão. Banquei uma tiragem de mil exemplares com um dinheiro que eu não tinha, pedi para um amigo querido montar a capa, e mandamos bala. Até ali, não sabia se a história de um ator paulistano que ganha super-poderes iria funcionar. Não sabia mesmo. Perdi noites de sono com isso. Mas, quando a primeira centena foi vendida, pensei, “bom, talvez esteja funcionando”. Quando a segunda centena se foi, me convenci mais. Assim, quando percebi que havia vendido mais de quinhentos exemplares em menos de quatro meses (sem que a obra estivesse nas melhores livrarias do mercado), botei meu livrinho embaixo do braço e corri atrás de pessoas que sabia que podiam me ajudar. Sério, eu enchi o saco delas. Queria uma segunda edição, fechar uma trilogia, histórias em quadrinhos, filme, quem sabe um game, tudo…

Muito sacrifício foi feito a partir daí. Horas e horas sentado na frente do computador. Horas e horas pensando em estratégias, reuniões, métodos… Criei parcerias incríveis com profissioais e empresas tops, e tivemos que pensar em tudo. Nova identidade visual, novas possibilidades de trama, quais produtos podemos criar, mil e uma variações, enfim… Tudo.

Amigos, distrações, diversão? Nem pensar! A minha sorte é que tenho uma mulher cabra macho, que segura as pontas comigo. Te amo, Juliana.

Eis então que, aos poucos, o OCI foi se tornando mais que um livro. Agora estamos produzindo a HQ, a trilogia de livros, o game e a SÉRIE ANIMADA! Isso aí, meus bravos. É bem provável que muita gente vá descobrir o O Cidadão InComum na TV, não nas livrarias. E os que o descobrirem nas prateleiras, vão correndo para a telinha, já que as histórias, apesar de escritas de forma independente, são sutilmente relacionadas. Ou seja, você pode ler os livros sem perder nada, ou pode só ver a série que também não sairá no prejuízo. Agora, quem acompanhar tudo, vai sair no lucro!

Fala sério. Quem poderia imaginar uma coisa dessas?

Agora, se você pensa que estamos comemorando, bebendo champagne, nã-na-ni-na-não! Nossa responsa aumentou. Nossa lista afazeres, idem. Sem pausa pro café aqui. 

Acompanhe nosso trabalho aqui. Logo, logo, nosso site oficial estará atualizado e mais lindo do que nunca. Até lá, vou postando as novidades e as artes aqui.

 

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OCI & C! House

simbolo5Já faz quase um mês que este comunicado saiu nas redes sociais, mas, não sei porque cargas d´água, não postei aqui. E é uma novidade tão boa, mas tão boa…

Então, meus bravos, segue:

chouseDepois de um ano muito, muito difícil, mas muito legal também, temos o imenso prazer de anunciar que nosso herói, Caliel, vai virar profissa. Conseguimos convencer o pessoal da C! House, um dos principais grupos especializados em entretenimento no Brasil, a investir no Universo “O Cidadão InComum” (OCI). E o que está nos planos? Aplicativos, HQ´s, uma nova e mais parruda edição do livro 1 (repleta de cenas e crônicas que não pude colocar na edição que todos conhecem), a tão esperada continuação, novos personagens, jogos… pfff… É tanta coisa que a mão até coça. Minha vontade é de sentar o traseiro aqui na frente do computador e respirar OCI até não ter mais nenhuma história pra contar ou dedos para digitar.

caliel-voando-ceu baixaNosso objetivo é inserir na cultura brasileira um super-herói digno, crível, humano, divertido e inspirador. Sem querer, o OCI foi citado em palestras sobre ética, foi lido e comentado por cineastas dos velhos e novos tempos, recebi dezenas de emails de leitores entusiasmados, tive relatos de que o livro viajou para Argentina, Venezuela, Londres, Hungria… E isso tudo é muito legal! Porque, o que importa pra mim é que você tenha uma boa história para acompanhar. Esta é e sempre será minha maior preocupação.

Não quero revelar muito sobre como serão os próximos passos a partir de agora, mas esteja certo de que “nada mais será como antes” (sempre quis dizer isso).

Só que você pode ficar tranquilo, viu? O OCI tem suas próprias características e isso é imutável. O teor realista, a atmosfera quase sombria e o caráter político serão mantidos e defendidos a todo custo.

Temos muito trabalho pela frente e é uma honra ter a C! House à cabo das coisas. Porque agora subimos de nível, mermão! Então, prepare-se para mais superpoderes, mais histórias e mais heróis!

Enquanto isso, acompanhe nossas atualizões na página do oci no facebook e no site.

Pedro Ivo.