The Beaver

“The Beaver”, ou no Brasil “Um Novo Despertar” (Não me pergunte por quê), é estrelado por Mel Gibson e dirigido por  Judie Foster que também atua.

O enredo do filme  leva todo o novo jeitão dos dramas pessoais mesclados por caminhos tragicômicos. Abaixo, uma boa sinopse que pesquei aqui:

Walter Black (Mel Gibson) é o presidente de uma indústria de brinquedos. Ele sofre de depressão, o que faz com que se torne cada vez mais distante da esposa Meredith (Jodie Foster) e dos filhos Porter (Anton Yelchin) e Henry (Riley Thomas Stewart). Um dia, ao jogar o lixo fora, ele encontra o castor, um bicho de pelúcia no qual é possível colocar o braço. Logo em seguida Walter tenta o suicídio, mas fracassa. A partir de então, já com o castor, ele assume uma nova identidade e passa a se comunicar através do boneco. O castor permite que Walter volte à vida, no trabalho e junto à família, mas aos poucos ele passa a sofrer um conflito de identidades.

O longa encanta pela delicadeza, pelos diálogos improváveis e, diferente de outros filmes do gênero, pega menos pesado nos símbolos e capricha na fotografia. É um filme que conforta o espectador. O único ponto que me incomodou foi a interpretação talvez um pouco preguiçosa de Mel Gibson. Há alguns anos não me surpreendo com ele.

De qualquer maneira, é um filme que vale a pena se deixar conduzir. Os entraves psicológicos muito bem trabalhados e uma atenção bastante sutil na ambientação e nos jogos de câmera, faz “The Beaver” (Não vou pronunciar o título em português) um filme catártico.

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