Wikileaks, pinga ni Mim.

Não sei você, mas não raro sinto que se posicionar como ser humano está ficando cada vez mais burocrático e sentimentalmente desgastante. Pare um pouco para pensar no emaranhado esquisito de escândalos, tragédias (naturais ou sociais) e outros tantos fatos que desenham asneiras nos pensamentos e sentimentos nossos de cada dia.

É bem verdade que vivemos uma época bastante interessante. Há revoluções significativas acontecendo neste exato momento. A internet criou vida e muito daquilo que era secreto ou mentiroso, está sendo exposto para consulta e comparação. A teoria da conspiração não é mais teórica. É visível, escancarada e posta a mesa. Os mais ousados (porque, sim, é necessária alguma ousadia) compreendem que vivemos em um mundo moldado para os nossos olhos. Sistemas dentro de sistemas dentro de sistemas que impregnaram nossa cultura, conduta e, na maioria dos casos, inteligência. Somos crentes de que aquele tênis ou aquele relógio ou aquela calça vai, de alguma forma surreal, falar por nós, nos qualificar socialmente. E, bem, isso acontece porque assim acreditamos.

Em primeira análise, muito do que está acontecendo no mundo pode dizer pouco sobre a realidade brasileira. A impressão que temos é de que nada do que acontece lá fora gera algum impacto dentro das nossas casas. Bom, se você pensa assim, então talvez não esteja vendo a “marolinha” vindo direto pra cá. Já parou pra pensar em como sua mente assimila as notícias que chegam até você? Alguém aí já parou pra pesquisar a veracidade dos fatos mostrados no Jornal Nacional? Quantas vezes você ligou a televisão e ouviu a palavra “tragédia” ressoando insistente a cada chamada, enquanto tudo o que você mais precisava fazer era pensar em como pagar suas contas? Tem alguma coisa errada nisso. Existem razões mais amplas, divertidas e relevantes para se viver.

O fato é que não vivemos em uma sociedade baseada na verdade. Nossas vidas se sustentam (ou se arrastam) em valores antigos, infuncionais. Nossos sistemas de crenças nos tornam mesquinhos e medrosos sentimentalmente.

Mas há mais a se explorar. Muito a se entender.

Os vídeos abaixo funcionam quase como um tutorial. O primeiro é sobre o Wikileaks. Conta basicamente sua história e mostra como a verdade em forma de informação pode revolucionar o mundo. O segundo é sobre as corporações e o que de fato permeia os setores corporativo.

São informações que podem te ajudar a entender porque essa sensação de “tem alguma coisa errada acontecendo” está aumentando.

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