Longe.

A mata alta não me dá pista, não me diz onde vai terminar a trilha. Isso me excita. Pessoas novas me aconselham com palavras improváveis e anciãs, e me mostram um horizonte diferente. Um perfume me persegue em tons mel e é a primeira vez em dias que me inspiro sem a raiva. Heh! Eu não sei mesmo o que tem do outro lado.

Distante, percebo minha pequenez enquanto o perigo me ronda como um cão faminto. Perigo real, coisa de titã mesmo. Mas sou relapso com quem quer meu medo. E alguma coisa nesse fim de mundo me acompanha. Fica do meu lado. Me espeta com idéias.

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